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Mark Briggs, jornalista, Prémio James K.Batten Innovator Award 2002. Autor do livro “Journalism 2.0: How to survive and thrive in the digital age”. Actualmente, é Editor Executivo de notícias interactivas no The News Tribune, em Tacoma, Washington. Até 2004 trabalhou como Editor do site thenewstribune.com, altura em que foi contratado como Director de Estratégia e Conteúdos da Interactive Media.Liderou as operações on-line no The Herald, como Gestor de Conteúdos, Chefe de Equipa e, finalmente, Director da New Media. Nesse período, o The Herald recebeu vários prémios de inovação on-line. Descarregar livro de Mark Briggs: Journalism 2.0 Blog de Mark Briggs
Don Hale, Prémio da Liberdade Internacional (atribuído pelo Governo Britânico) e Oficial do Império Britânico, pela sua investigação jornalística de mais de oito anos, que veio a provar a inocência de Stephen Downing, condenado por homicídio e preso há 27 anos. Foi igualmente considerado Melhor Jornalista Britânico do Ano e premiado pela Melhor Campanha de Investigação do ano na Grã-Bretanha. Entrevista Don Hale José Pacheco Pereira é um reconhecido Opinion maker, escritor e investigador. Na blogosfera, assina os blogues Abrupto e Estudos sobre o Comunismo. É ainda docente no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), tendo também sido docente na Universidade Autónoma de Lisboa. É licenciado em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1978). Investiga, recolhe, classifica, organiza e estuda, de forma sistemática, documentação sobre a vida política portuguesa. Com João Carlos Espada e Manuel Villaverde Cabral, fundou em 1984 o Clube da Esquerda Liberal. Em 1986,apoiou activamente a primeira eleição presidencial de Mário Soares. É colaborador regular da imprensa escrita (actualmente é cronista do jornal Público e da revista Sábado, tendo sido no passado colaborador do Semanário e do Diário de Notícias) e é comentador político de televisão, nomeadamente na Quadratura do Círculo, na SIC Notícias, programa que sucedeu ao Flashback da TSF.
Blog de José Pacheco Pereira 
Foto de Gualberto Boa-Morte Manso Preto, licenciado em Comunicação Social pela Univ. Católica do Porto. Autor do livro “ Minho Connection “ ( editado em 1992 e reeditado em 1999 ) sobre o tema do narcotráfico; Na qualidade de jornalista da área de investigação do crime organizado, tem participado em dezenas de colóquios organizados por Associações espanholas de combate ao narcotráfico e de apoio a ex-toxicodependentes; Diversos jornais nacionais e estrangeiros têm feito referências ao trabalho que desenvolve na área da investigação. Em 1992 foi agraciado com uma homenagem e uma medalha pela SRITE do Porto ( Secção Regional de Investigação ao Tráfico de Estupefacientes ) da Polícia Judiciária; Em 1998, esteve uma semana nos EUA, em Los Angeles e Washington (sede do DEA), a convite do U.S. Department of Justice Drug Enforcement Administration ( D.E.A. ), o Departamento Americano de Combate à Droga. Foi o primeiro jornalista em Portugal, a ser condenado por se recusar a revelar as suas fontes. Em Novembro de 2006, Helena de Freitas, jornalista da Lusa, lançou o livro “ SIGILO PROFISSIONAL EM RISCO “ sobre “o caso Manso Preto”.
Entrevista Manso Preto
Ricardo Fonseca tem 34 anos, vive em Lisboa e é jornalista da revista VISÃO desde 1998. Antes de se licenciar em Comunicação Social e ingressar no quadro daquela newsmagazine, conduziu, durante um ano, um programa de informação numa rádio local. Ao longo da sua carreira, fez reportagens sobre os mais diversos temas, desde o fenómeno das máfias de leste, à construção ilegal ao longo da costa portuguesa. A sua inclinação para o jornalismo de investigação aproximou-o das áreas de justiça, crime e segurança. Assinou diversos temas de capa da revista: «Novas pistas sobre o desaparecimento de Rui Pedro»; «Ecstasy: Droga de moda»; «Casa Pia: O mistério da ‘Casa dos Érres’»; «Freeport: Histórias de uma conspiração»; «Filhos do bairro»; «O cabo ‘Serial Killer’»; «Birmânia: A jaula dourada». Nos primeiros seis meses de 2007 esteve durante seis meses na redacção da SIC, ao abrigo de um programa de troca de jornalistas. Em televisão é autor de duas grandes-reportagens, uma sobre a vida dos Correios de Droga, e a outra sobre a recuperação dos restos mortais de pára-quedistas portugueses, que estavam enterrados no campo de batalha de Guidage, na Guiné-Bissau, desde a guerra colonial. Durante este período, assinou também um conjunto de peças televisivas sobre os negócios obscuros da Universidade Moderna. Recentemente frequentou o Newsplex – formação sobre a convergência de meios e o uso de ferramentas multimédia no jornalismo online.
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